Equipa

guine_bissau_simposio_guileje_edu_costa_dias_lg_dsc04601EDUARDO COSTA DIAS

COORDENADOR
Resumo biográfico

Doutor em Antropologia Social, Investigador do Centro de Estudos Internacionais, Professor no Departamento de Ciência Política  e Políticas Públicas e Director do Doutoramento em Estudos Africanos do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Portugal. Tem desenvolvido trabalhos sobre o Estado, as relações entre os dignitários muçulmanos e o Estado e as formas de transmissão do saber religioso nas sociedades islamizadas da Senegâmbia. Actualmente faz parte do Board of Directors da Mande Studies Association.

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ANA STELA DA CUNHA

Resumo biográfico

Pós Doutoranda em Antropologia pelo CRIA/FCT (Universidade Nova de Lisboa), desenvolvendo o projeto “Cruzando as fronteiras: africanidade e identidade em religiões de matriz banto no Brasil, Cuba e no Congo (RDC)”. Foi pesquisadora convidada do Musée Royal de l´Afrique Centrale (Bruxelas) no ano de 2010. Pós Doutorada em Antropologia Social pelo ICS (Universidade de Lisboa, Portugal), com o projeto “Quando Ndoki foi flechado: feitiçaria e cura no Palo Monte (Cuba) e Pajé de Negros (Maranhão, Brasil). Fez seu Mestrado e Doutorado em Semiótica e Linguística Geral, Linguística Africana (USP, Brasil). Foi Leitora (Capes, MRE) na Universidade de Havana entre os anos de 2006 e 2008, quando também realizou boa parte de sua pesquisa de campo, trabalhando com uma religião de matriz banto, o Palo Monte. Desde 1996 trabalha com os quilombos do Maranhão, elaborando, em 2005 o Projeto Educacional “Falando em Quilombo” (Petrobras Cultural, 2005), sendo posteriormente a coordenadora do projeto “O Boi Contou” que tem como objetivo a produção de material didático adequado à realidade quilombola, financiado também pelo Programa Petrobras Cultural (2007). Atualmente é coordenadora do projeto CABOCLOS NKISIS, na área da Antropologia Visual, trabalhando com Novas Tecnologias e tradição oral no Brasil e em Cuba, financiadas pelo Programa OI FUTURO. Realizou o video documentário João da Mata falado, com o patrocínio do Museu Edison Carneiro (Rio de Janeiro), IPHAN e Ministério da Cultura, sob edital do ETNODOC (1º lugar Prêmio CRESPIAL UNESCO património imaterial), ganhou o Prêmio IBRAM Pontos de Memória 2012 (Mandou me chamar, eu vim! Musicalidade e performance na religiosidade de matriz negro-africana em Portugal). É a coordenadora da área de Antropologia do projeto “Libolo” (Kwanza Sul, Angola) sob coordenação do prof. dr. Carlos Figueiredo (UMacau) Faz investigações de terreno no Congo, Angola, Cuba e Brasil.

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JOÃO FERREIRA DIAS

Resumo biográfico

Doutorado em Estudos Africanos pelo ISCTE-IUL, cuja tese, intitulada A África é aqui, no terreiro”: horizontes nostálgicos, sentidos da África e outros lugares no Candomblé (jeje-nagô) de Salvador e Uberaba, versou sobre a política da memória, a utilização do passado e a perda cultural nos terreiros de Candomblé. Os seus eixos de interesse centram-se na memória religiosa, nos sentimentos nostálgicos e perda cultural, na ortopraxia e padrões de pensamento no Candomblé jeje-nagô, na construção e identidade étnica e religiosa Yorùbá, e na estética ritual no Candomblé, género e música sacra. Interessa-se, ainda, sobre as mudanças no campo religioso português, adaptações rituais, Nova Era, religiosidade popular, diplomacia cultural e diálogo inter-religioso.

 

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